Gestão 2008 – 2009
Diretoria Executiva
Presidente: EMERSON LOPES DOS REIS
Vice-Presidente: MARCO ANTÔNIO ARAÚJO DE MELLO
1º Secretário: NELSON FERMINO JUNIOR
2º Secretário: ORIVALDO JOSÉ DA SILVA JUNIOR
1º Tesoureiro: ROGÉRIO PEREIRA DE OLIVEIRA
2º Tesoureiro: JOSÉ DE ANCHIÊTA SOUZA SILVA
Conselho Fiscal
REGIS ALBERTINI
KALYNE MIAZATO
GLÓRIA SETSUKO SUZUKI
THELMA DA SILVA CONCEIÇÃO
MARIA EDNA TOMASSINI PLEUTIN
MARIA DAS GRAÇAS MUJOL DA SILVA
Conselho Deliberativo
MELISA PORTO TRONCHINI
JANARY FRANÇA
ALICÉIA DE ALMEIDA SILVA
ROSILENE CRISTALDO
MARTA DIAS DE OLIVEIRA
ANTÔNIO CESAR M. DE OLIVEIRA
DIRETORIAS ANTERIORES
Gestão 1986 – 1988
Presidente: ULISSES RIPARI
Vice-Presidente: DEODORO BARBOSA DE REZENDE
1º Secretário: EDUARDO CAÇÃO
2º Secretário: MARILENA FRANZIM MUNHOZ
1º Tesoureiro: AIRTON HIDEAKI AZUMA
2º Tesoureiro: JOSÉ DILSON SILVA DE OLIVEIRA
Gestão 1989 – 1991
Presidente: PAULO ROBERTO DINIZ
Vice-Presidente: ANDRÉ MICENO
1º Secretário: ROBERVAL WENGEROTH SILVA FILHO
2º Secretário: AMILCAR DA SILVA SERRA NETO
1º Tesoureiro: AIRTON HIDEAKI AZUMA
2º Tesoureiro: JOSÉ DILSON SILVA DE OLIVEIRA
Gestão 1992 – 1994
Presidente: APARECIDO GONÇALVES BARRETO
Vice-Presidente: RUI RODRIGUES
1º Secretário: ROBERVAL WENGEROTH SILVA FILHO
2º Secretário: JOSÉ DILSON SILVA DE OLIVEIRA
1º Tesoureiro: MARTA DIAS DE OLIVEIRA
2º Tesoureiro: EDUARDO CAÇÃO
Gestão 1996 - 1998
Presidente: ALICÉIA DE ALMEIDA SILVA
Vice-Presidente: MÁRIO MUNHOZ MOYA
1º Secretário: MIGUEL ANGEL MARTINHEZ VILA
2º Secretário: MARIA CRISTINA FABRIS
1º Tesoureiro: MARILENA FRANZIM
2º Tesoureiro: PAULO FILGUEIRAS DE MORAIS
Diretor Jurídico: MAURILIO RODRIGUES FERREIRA
Gestão 1998 – 2000
Presidente: RUI RODRIGUES
Vice-Presidente: NELSON HEBER MEDINA
1º Secretário: ORIVALDO JOSÉ DA SILVA JÚNIOR
2º Secretário: MARIA CRISTINA FABRIS
1º Tesoureiro: NIVALDO SILVA DE OLIVEIRA
2º Tesoureiro: RONALDO ROSA
Diretor Jurídico: AMILCAR DA SILVA SERRA NETO
Gestão 2001 - 2002
Presidente: RUI RODRIGUES
Vice-Presidente: NELSON HEBER MEDINA
1º Secretário: RONALDO ROSA
2º Secretário: MARIA CRISTINA FABRIS
1º Tesoureiro: ORIVALDO DA SILVA JÚNIOR
2º Tesoureiro: ROSELY DE MIRANDA BISPO
Diretor Jurídico: AMILCAR DA SILVA SERRA NETO
Gestão 2003 – 2004
Presidente: RONALDO ROSA
Vice-Presidente: JANARY NUNES FRANÇA
1º Secretário: NELSON FIRMINO JUNIOR
2º Secretário: GLORIA SETSUKO SUZUKI
1º Tesoureiro: NELSON HEBER MEDINA
2º Tesoureiro: CARLOS IDELMAR DE C. BARBOSA
Diretor Jurídico: MIGUEL ANGEL M. VILA
Gestão 2005 – 2006
Presidente: ROSELY DE MIRANDA BISPO
Vice-Presidente: MARTA DIAS DE OLIVEIRA
1º Secretário: THELMA DA SILVA CONCEIÇÃO
2º Secretário: CARLOS IDELMAR DE CAMPOS BARBOSA
1º Tesoureiro: CARMEN ELISANGELA RECHE CASTILHO
2º Tesoureiro: MARCELO PEREIRA DE OLIVEIRA
Diretor Jurídico: WEDNEY RODOLPHO DE OLIVEIRA
Gestão 2007 – 2008
Presidente: NELSON FERMINO JUNIOR
Vice-Presidente: MELISA PORTO TRONCHINI
1º Secretário: ROSELY DE MIRANDA BISPO
2º Secretário: CARLOS IDELMAR DE CAMPOS BARBOSA
1º Tesoureiro: JOSE DE ANCHIETA SOUZA SILVA
2º Tesoureiro: MARCELO PEREIRA DE OLIVEIRA
VOCÊ SABIA QUE:
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Na 1ª Assembléia Geral Ordinária de 1989 (20/01/1989), foram formadas comissões para discutir e elaborar: o Código de Ética do Perito Criminal, Estatuto da ASPEC-MS e outro para propor a desvinculação do Departamento de Polícia Técnica da DGPC, à Constituição Estadual?
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Estipulado e aprovado que a taxa para conservação da ASPEC-MS, seria de 3,5% (três porcentos e meio) sobre o salário base a referência A-44 somado das vantagens inerentes o Cargo de Perito Criminal?
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Na 1ª Assembléia Geral Extraordinária de 1990 (26/10/1990), deliberou-se pela paralisação imediata, devido ao atraso do pagamento dos salários, com retorno ao serviço logo seja efetuado o pagamento dos servidores?
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Na 2ª Assembléia Extraordinária de 1990 (26/11/1990), foi novamente discutido a taxa a mensalidade, e deliberado que seria 2% (dois porcentos) do salário do servidor, constituído de vencimento e gratificações?
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Foram indicados dois Peritos Criminais para integrarem o Conselho da Polícia Civil, na segunda Assembléia Extraordinária de 1991 (07/02/1991)?
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Na 1ª Assembléia Geral Extraordinária de 1996 (10/07/1996), foi alterado o nome da Associação – ASPEC para APO, reformulado o Estatuto Social, incluído os Médicos Legistas e o valor da mensalidade voltou a ser reavaliado e deliberado em R$ 10,00 (Dez Reais)?
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Na 1ª Assembléia Geral Extraordinária de 1997 (16/03/1997) formou-se uma equipe para retomar a luta pela aprovação do Estatuto da Coordenadoria e Perícias, realizar um estudo preliminar sobre a pesquisa de perdas de vencimento da categoria Perito Criminal??
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Também, na mesma Assembléia, decidiu pela afiliação da APO à ABC (Associação Brasileira de Criminalística), e o custeio de pelo menos um Perito Oficial aos eventos nacionais, com prévio sorteio, devendo o associado elaborar um relatório, apresentar material didático e expor os assuntos abordados à Diretoria?
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Na 1ª Assembléia Geral Extraordinária de 1997 (25/04/1997) sentiu-se a necessidade de contratar uma pessoa para prestar serviços, seria feita uma consulta a um Advogado da área do funcionalismo público, visando o aumento de salário base em função do princípio da Isonomia dentro da categoria de curso superior?
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Na 1ª Assembléia Geral Extraordinária de 1998 (24/03/1998) juntamente com os Sindicatos dos Policiais Civis, deliberou para fazer parte da greve reinvindicando o aumento salarial?
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Na 3ª Assembléia Geral Extraordinária de 1998 (25/04/1998), após o recebimento do primeiro contra-cheque constando o vencimento como subsídio, deliberou pela implantação de uma Assistência Jurídica para estudar o caso??
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Na 1ª Assembléia Geral Extraordinária de 1999 (09/07/1999), deliberou-se pela continuação da luta pela Autonomia Pericial, aumento da mensalidade em R$ 20,00 (Vinte Reais), contratação de uma secretaria?
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Na Assembléia Geral Extraordinária de 2001 (18/05/2001), discutiu-se sobre a postura dos Peritos Oficiais de MS em relação a situação precária que estava passando, procurando racionalizar a postura de cada um; e definir medidas propostas a serem tomadas, quais sejam:
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Divulgação à imprensa sobre a situação crítica da perícia;
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Que não mais se assinassem laudos periciais como segundo Perito (revisor);
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Para se obter recursos para os Institutos, a cobrança de taxa sobre cópias os laudos de interesse da área civil, sendo este recurso administrado pela própria direção;
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Pleitear a realização de concurso público para os cargos de Perito Criminal e Médico-Legista;
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Reavaliar a rotina de atendimento dos Institutos;
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Levantou-se a questão da insalubridade na realização de Exames Metalográficos;